A baixa autoestima pode se manifestar como uma sensação persistente de não ser bom o suficiente, autocrítica dura, ou dificuldade em aceitar elogios e gentileza dos outros. É diferente da imagem corporal ou da síndrome do impostor — trata-se do seu valor geral como pessoa, e não de uma parte específica da sua aparência ou das suas conquistas.
A autoestima pode ser reconstruída aos poucos, através de pequenas experiências repetidas de respeito por si mesmo(a).
Algumas coisas para tentar hoje
- Observe um pensamento autocrítico e pergunte a si mesmo(a): eu diria isso a um(a) amigo(a)? Se não, tente reformulá-lo como você falaria com alguém que você ama.
- Anote uma coisa que você fez hoje, por menor que seja, que reflita um dos seus valores ou pontos fortes — não uma conquista, apenas uma ação que pareceu "você".
- Pratique aceitar um elogio ou gesto gentil hoje sem diminuí-lo, desviar dele, ou retribuir imediatamente.
A autoestima costuma melhorar quando a autocrítica é substituída pela autocompaixão. Experimente a nossa Pausa de Autocompaixão — um breve exercício guiado para os momentos em que você é duro(a) consigo mesmo(a), privado e salvo apenas no seu próprio navegador.
Se um pensamento autocrítico específico ("não sou bom o suficiente", "todos veem que sou um fracasso") continua voltando, experimente o nosso Registro de Pensamentos para examinar as evidências a favor e contra — privado e salvo apenas no seu próprio navegador.
Onde encontrar mais ajuda
- Tua Saúde - Como aumentar a autoestima - Artigo em português com informações sobre o que é a baixa autoestima, seus sintomas, causas e formas práticas de melhorá-la.
- A Mente é Maravilhosa - Como melhorar a autoestima? - Artigo em português com conselhos práticos baseados em psicologia para fortalecer a autoestima.
- Psychology Today - Self-Esteem (em inglês) - Resumo acessível sobre a pesquisa, as causas e as abordagens para melhorar a autoestima.
- HelpGuide.org - Tips to Help Improve Your Self-Esteem (em inglês) - Guia sem fins lucrativos com passos práticos e baseados em evidências para construir uma autoestima melhor.
Estes são pontos de partida gerais, não um diagnóstico nem um plano de tratamento completo. Se a autocrítica ou a baixa autoestima estiver afetando fortemente a sua vida diária, ou vier acompanhada de sinais de depressão, converse com um médico ou profissional de saúde mental.